terça-feira, 10 de dezembro de 2013

U_VIDEO_APP



ULBRA 2013/2 
Professor: Fernando Pires
Aluna: Ana Paula Primaz
Fotografia: Publicitária.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

U_PUB_SEMIPRESSENCIAL _SOBREMESA.

      CAMPANHA: SOBREMESA
      LUZ JANELA
      FOTO: ANA PRIMAZ
      PROF: FERNANDO PIRES
      ULBRA -2013/2
      PUBLICITARIA

U_PUB_PORTFOLIO_ G2

CAMPANHA: TRIBUTO A ..
PRODUÇAO: ANA PRIMAZ, JEAN,RODRIGO, DINA E CAROLINE.
LOCAÇAO LIVROS: BIBLIOTECA ULBRA
LOCAÇAO: ESTUDIO ULBRA.
ULBRA 2013-2
PROF: FERNANDO PIRES.
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CAMPANHA: A FEIRA
PRODUÇAO: ANA PRIMAZ, JEAN,RODRIGO, DINA E CAROLINE.
ULBRA 2013-2
PROF: FERNANDO PIRES.
PUBLICIDADE
 


CAMPANHA: SUCO NATURAL
PRODUÇAO:  ANA PRIMAZ
MODELO: ELAN GALILEU
LOCAÇAO: RUA
ULBRA 2013-2
PROF: FERNANDO PIRES.
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CAMPANHA: FARINHA
PRODUÇAO:  ANA PRIMAZ, JEAN,RODRIGO, DINA E CAROLINE.
ULBRA 2013-2
LOCAÇAO: ESTUDIO ULBRA
PROF: FERNANDO PIRES.
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CAMPANHA: A FEIRA
PRODUÇAO:  ANA PRIMAZ.
LOCAÇAO: ESTUDIO ULBRA
ULBRA 2013-2
PROF: FERNANDO PIRES.
PUBLICIDADE
 

CAMPANHA: VIDEO
PRODUÇAO:  ANA PRIMAZ, JEAN,RODRIGO, DINA E CAROLINE.
ULBRA 2013-2
PROF: FERNANDO PIRES.
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CAMPANHA: PIZZA
PRODUÇAO:  ANA PRIMAZ, JEAN,RODRIGO, DINA E CAROLINE.
LOCAÇAO: ESTUDIO ULBRA
ULBRA 2013-2
PROF: FERNANDO PIRES.
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CAMPANHA: VARIADAS
PRODUÇAO:  ANA PRIMAZ, JEAN,RODRIGO, DINA E CAROLINE.
MAQUIAGEM: ONDINA
MODELO: PEDRO
LOCAÇAO: BANHEIRO ULBRA
EDIÇAO: ONDINA
ULBRA 2013-2
PROF: FERNANDO PIRES.
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CAMPANHA: VEGETARIANO
PRODUÇAO:  ANA PRIMAZ, JEAN,RODRIGO, DINA E CAROLINE.
MODELO: ARHTUR
EDIÇAO: ONDINA
ULBRA 2013-2
PROF: FERNANDO PIRES.
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CAMPANHA: VIOLENCIA
MODELO: ONDINA
PRODUÇAO:  ANA PRIMAZ, JEAN,RODRIGO, DINA E CAROLINE.
EDIÇAO: ONDINA
ULBRA 2013-2
PROF: FERNANDO PIRES.
PUBLICIDADE

U_PUB_RESENHA_DIREITO DE IMAGEM


       Não e proibido fotografar mesmo que tenha uma placa dizendo que seja proibido fotografar!
       Tudo o que não e expressamente proibido por lei não e proibido , o problema de tudo isso e o uso da imagem. sito então, algumas angustias. Primeira angustia, fotografar em locais públicos, o fotografo pode sim fotografar livremente, só não pode usar a imagem sem a devida autorização de quem esta aparecendo explicitamente na fotografia. Segunda angustia, Todos são iguais perante a lei, o prefeito da cidade tem responsabilidade de locação de lugares para fins publicitários, de fazer a segurança, pois, para fins comerciais precisa a autorização do prefeito da cidade.
         Todas as fotografias são protegidas, na precisa ser profissional e nem registradas, para provar a fotografia e sua precisa ter o arquivo mais integro.
         Para a fotografia publicitaria, precisa-se pegar autorização de todos que participaram da fotografia, ate mesmo os que não aparecem direto e a locação! O editor não tem co-autoria na imagem, somente e dono quem a criou! Para os créditos da fotografo, todos aqueles que chegaram juntos no resultado final, seja eles, diretor de arte, maquiador, fotografo e etc.



 Créditos - Imagem garanta o seu direito. - Palestrante Jose Roberto.
 Jose e advogado, formado pela USP, 18 anos de experiência e fotografo.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

U_PUB _PORTFÓLIO

 

 Layout / Campanha: SUCO NATUAL * Produção Individual:  Ana Primaz *  Luz ambiente  * ULBRA 2013/2 * Prof  Fernado P.
 
  

 Layout / Campanha: A FEIRA * Produção em Grupo : Ana Paula Primaz , jean , Dina , Rodrigo , Caroline * Luz : Contínua * ULBRA 2013/2 * PROF:  Fernando P.  

 Layout / Campanha: ** ** Produção em Grupo : Ana Paula Primaz , jean , Dina , Rodrigo , Caroline.* Prof Feranado Pires * ULBRA 2013/ 2 

 Layout / Campanha: Tributo a Florence * Produção em Grupo : Ana Paula Primaz , jean , Dina , Rodrigo , Caroline.* Prof Feranado Pires * ULBRA 2013/ 2 * Luz:  Hing Ke




 Layout / Campanha: FILME * Produção em Grupo : Ana Paula Primaz , jean , Dina , Rodrigo , Caroline.* Prof Feranado Pires * ULBRA 2013/ 2
 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

U _Pub_ ana primaz_ULBRA 2013/2

U_PUB - O que é Mockup (na publicidade)?

Na fotografia (cinema, vídeo e foto), são peças que ajudam a trabalhar com coisas difíceis! Ex: água escorrendo é difícil de se deixar bonita, então a gente compra uma faixa de vidro que imita água escorrendo e coloca na ponta da torneira por exemplo! Fica igual como se a torneira tivesse aberta! Para fotografia de comida de não é diferente, ex: sorvete, chocolate... tudo tem seu mock up em lojas especializadas para comprar! Geralmente materiais feitos de cera por empresas especializadas.

U_PUB- O que é Layout?

Layout (ou leiaute) é um esboço mostrando a distribuição física, tamanhos e pesos de elementos como texto, gráficos ou figuras num determinado espaço. Pode ser apenas formas rabiscadas numa folha para depois realizar o projeto ou pode ser o projeto em fase de desenvolvimento. Ou seja, uma prévia do serviço pronto antes de executado, onde se pode alterar sua disponibilidade sem danos a nenhuma das partes envolvidas no processo (designer e cliente) para que o serviço seja produzido de acordo com o gosto de cliente, para apenas ao término do desenvolvimento e obtenção de aprovação, se leva a público. O termo layout pode também configurar-se como projeto envolvendo diferentes cadeias associativas e técnicas visuais sempre com objetivo e funçã ULBRA - 2013 -2 FERNANDO PIRES - PROF

U_PUB_ Características da Fotografia Publicitária

        A fotografia publicitária tem o objetivo de vender um produto ou propagar uma ideia .É responsável por atribuir importância ao tema trabalhado, ou seja, é preciso que o fotógrafo conheça o assunto para registrar as principais características do produto. No mundo da publicidade a imagem tem a função de fazer com que o produto seja desejado – o que leva ao lucro do anunciante. Ter conhecimento técnico, saber quais as ferramentas e equipamentos que estão a sua disposição são fatores que agregam valor ao trabalho. O foco, luz, ângulo, composição, plano de fundo e representação de movimento são elementos da fotografia que podem destacar o produto. A câmera digital possibilita produzir a noção de movimento com maior facilidade e definição. Fotografias publicitárias, antes de serem realizadas, consideram no planejamento que tipo de mídia o anúncio com a imagem será veiculado, pois o peso do arquivo digitalizado e a qualidade da imagem varia conforme a mídia escolhida : Internet, impresso, outdoor, etc. Funções básicas do Fotógrafo Publicitário 1º – Deve seguir o layout definido; 2º – Requer um tratamento de imagem cuidadoso, beirando a perfeição; 3º – Seu objetivo é vender produto/serviço; 4º – Deve ser impactante,e destacar oque o produto tem de melhor 5º – conhecimento e talento do fotógrafo são quesitos importante para a realização deste tipo de fotografia.




 Curso Superior de Tecnologia em Fotografia - ULBRA Fotografia Publicitária - Prof.: Fernando Pires

segunda-feira, 1 de julho de 2013

U_P&B_PORTFÓLIO

LABORATÓRIO PRETO E BRANCO
FERNANDO PIRES
ANA PRIMAZ
ULBRA 2013/1


LABORATÓRIO PRETO E BRANCO
FERNANDO PIRES
ANA PRIMAZ
ULBRA 2013/1

 
LABORATÓRIO PRETO E BRANCO
FERNANDO PIRES
ANA PRIMAZ
ULBRA 2013/1

LABORATÓRIO PRETO E BRANCO
FERNANDO PIRES
ANA PRIMAZ
ULBRA 2013/1

LABORATÓRIO PRETO E BRANCO
FERNANDO PIRES
ANA PRIMAZ
ULBRA 2013/1

terça-feira, 25 de junho de 2013

U_P&B - FILME

                Depois que o fotografo concluiu o seu filme , dentro do rolo conterá  imagens latentes que devem ser ampliadas e estabilizadas para produzir um negativo que possa ser revelado e visto à luz refletida.                 No filme preto e branco, os grãos de haleto de prata são revestidos por uma ou duas camadas.
                 
          No escuro, tire o filme do carretel ou do rolo: com o filme de 35mm, corte o adesivo.Para carregar o aspiral , curve ligeralmente o filme entre o dedo polegar e o indicador e introduza a ponta sob a lingueta do filme no meio da aspiral. Depois empurre delicadamente o filme do modo que ele não sobre. O filme deve então receber um leve pressão sobre a borda mas não mais do que o necessário para deslizar o rolo nas rachaduras.é importante que o filme não seja dobrado, apertado ou quebrado. A ssim que as aspirais estiverem carregadas, coloque-as na haste de suspensão em forma de T e mergulhe as na água da prá lavagem    pelo menos 30 segundos. Depois trasfira para o tanque revelador e feche bem , agora a luz pode ser acessa , bata levemente o tanque contra a pia para remover as bolhas e agita ló continuamente por 30 segundos.  No final da revelação .
  No final da revelação , apague as luzes tire as espirais do tanque e passe-as para o interruptor . elas devem ser agitadas mais vigorosamente  por cerca de 30 segundos : depois escorridas e passadas para o fixador . O banho interruptor e fixador podem ser feitos em tanques de filmes em rolo separados ou em  tanques de filmes planos  se forem fundos o bastante para cobrir as espirais se o tanque ficar aberto você pode fazer agitação erguendo e mergulhando as espirais delicadamente nas duas soluções . com um tanque  fechado é melhor  usar o tipo de agitação semelhante a usada na revelação . preste a tenção a agitação tanto no banho interruptor quanto no fixador e certifique-se de não expor o filme a luz até que tenha passado 2 ou 3 minutos no fixador.   
                  Para terminar, terá  uma imagem negativa da cena original. É um negativo no sentido de que está mais escuro (tem a densidade mais alta de átomos de prata escurecida) na área que recebeu mais exposição de luz. Nos lugares que não receberam luz, o negativo não tem átomos de prata e permanece claro. Para tornar a imagem positiva - reconhecível para nós - é necessário imprimir o negativo em outro material sensível à luz (em geral, papel fotográfico).
                  Nesse processo de revelação, a gelatina aglutinante desempenhou um papel importante. Ela dilatou, permitindo que os produtos químicos do processamento retivessem os grãos de haleto de prata. Esse processo de dilatação é vital para o movimento dos produtos químicos e reação através das camadas de um filme fotográfico. Até agora, ninguém encontrou um substituto apropriado para a gelatina nos produtos fotográficos.


    Fonte;livro, ANSEL ADAMS - O FILME
    http://ciencia.hsw.uol.com.br/filme-fotografico7.htm
    ULBRA 2013/1 - FERNANDO PIRES 

    U_P&B - ZONE SYSTEM

                Ansel Adams e Fred Archer criaram juntos  um método fotográfico  chamado Sistema de Zonas. Idéia inovadora, tratava-se de dispor séries com a luz. Na prática, é estabelecida relações entre os vários valores de luz do sujeito e as correspondentes densidades registradas no negativo. Através de um conjunto de técnicas, existe a possibilidade do fotógrafo de registrar no negativo e posteriormente no papel fotográfico valores de luz desejados pelo fotógrafo perante o sujeito.
           A capacidade dos filmes negativos de registrar tons fica restrita a dez tons diferentes que vão do preto até o branco da base do papel. Essa diferença de amplitude de tons pode ser ajustada com a utilização do sistema de zonas. Esse sistema consiste em compreender todas as características dos materiais fotográficos e manipular  elas a fim de produzir uma imagem o mais próximo da realidade possível. E ainda, além de facilitar o registro de uma imagem de uma maneira mais completa, esse sistema possibilita a criação de uma imagem de acordo com o gosto de cada fotógrafo, já que conhecendo todas as características do processo, existem condições de manipular a produção das imagens de acordo com suas vontades. Assim sendo, para cada efeito desejado para satisfazer uma opção estética deve-se saber como alterar o processo padrão para causar tal efeito.
          A primeira fase desse método é a Visualização, caracteriza-se como processo mental e emocional no ato da criação de uma fotografia. Ou seja, a habilidade de se antecipar à imagem final em preto e branco, antes mesmo de fotografá-la.
        A definição de zonas foi estabelecida de uma maneira metodológica. Já que o filme reproduz uma infinidade de tons de maneira linear, o espectro tonal do filme foi dividido em dez zonas e para cada uma dessas zonas foi atribuída uma definição de como ela deveria ser representada na ampliação final.

        Simplificação do processo de Ansel Adams:


    - 2.5 – Puro preto
    - 2 – Preto, com detalhe mínimo

    - 1.5 – Próximo do preto, com alguma textura mas sem definição
    - 1.0 – Cinza bem escuro (primeira zona escura com definição completa)
    - 0.5 – Cinza escuro
    - 0 – Cinza médio
    + 0.5 – Cinza escuro
    + 1.0 – Cinza extremamente claro (esta é a última zona com definição completa)
    + 1.5 – Branco (esta zona ainda apresenta alguma textura)
    + 2.0 – Branco sem textura
    + 2.5 – Branco puro

         Sendo previsível a relação entre exposição indicada e o tom da cópia resultante, usa-se para determinar o ponto médio da escala de tons da imagem. Depois definir a leitura da exposição feita em uma única superfície (pode ser branca, preta ou ter um tom intermediário) do objeto e usar diretamente para produzir o cinza médio da cópia. A leitura dessa superfície e sua utilização na exposição é definida com exposição pela zona V que produzirá um cinza-médio equivalente ao cartão cinza para a superfície na cópia final.
    Para determinar a escala, é possível definir que a variação de um ponto na exposição equivale à variação de uma zona na escala de exposição, e o cinza resultante na cópia será considerado um tom mais alto ou mais baixo na escala da cópia.
         Quanto ao ajuste inicial, é de costume dos fotógrafos façam o ajuste inicial com base da área mais escura do objeto em cuja imagem querem preservar os detalhes. Desse modo pode-se examinar o objeto em busca das áreas mais escuras nas quais a textura ou os detalhes são necessários e assegurar-se de fazer tais áreas a exposição suficiente.
       A maioria dos fotômetros modernos possui uma escala arbitrária de números para representar à variação de um ponto na exposição. O número indicado pelo fotômetro é transferido para um disco de conversão no próprio fotômetro, o qual, levando em consideração a velocidade do filme, relaciona os números da escala aos ajustes de exposição em termos de numero f e à velocidade do obturador.
    Distanciando-nos da revelação padrão, no entanto, pode-se ajustar a escala do negativo dentro de certos limites para obter um espectro de densidades que compensem escalas de luminâncias curtas ou longas. É possível observar que os filmes mais atuais oferecem menos possibilidades de controle de contraste por meio da redução ou do aumento da revelação do que os filmes que existiam a  muitos anos atrás. No entanto, a modificação da revelação ainda é um meio válido de controlar o contraste, mesmo que seja preciso combiná-la a outros métodos para alcançar na cópia os efeitos desejados.


    Fontes: http://digiforum.com.br/viewtopic.php?t=12523 

    quarta-feira, 17 de abril de 2013

    U_P&B - FOTOGRAMA

                    

                  Fotograma - objetos
                  Tempo:  1 segundos
                 Abertura: F8
                 Ulbra 2013/1
                 Prof: Fernando Pires
                 Autor: Ana Primaz 

                 

                  Fotograma  - Natureza Morta 
                  Tempo: 3 segundos
                 Abertura: F8
                 Ulbra 2013/1
                 Prof: Fernando Pires
                 Autor: Ana Primaz

                         

                Fotograma - Objetos
                 Tempo:  2 segundo
                 Abertura: F8
                 Ulbra 2013/1
                 Prof: Fernando Pires
                Autor: Ana Primaz
         

    U_P&B - PINHOLE


    Negativo - 4 minutos 

                                                                   Positivo - Photoshop

    U_P&B - PAPEL

         

                      O processo de revelação de papel  deve ser realizado em uma sala escura,é recomendado a utilização de equipamentos de segurança como luvas e óculos de proteção devido a utilização de produtos químicos.Cada etapa do processo envolve um produto químico específico: O revelador, o interruptor,o fixador e para finalizar temos a água para limpar o papel fotográfico dos químicos anteriores. Cada produto deve estar disposto em bacias, uma com cada químico. Para chegar a uma cópia ideal é necesserio fazer  vários testes.  Para iniciar a ampliação é necessário desligar as luzes e ligar a luz fria do ampliador e as de seguranças.

                       A cópia é feita no ampliador, não esqueçendo de mudar a abertura desejada, timer e o foco, feito isso começa a revelação com as 5 etapas. 1° bandeja - Revelação: é utilizado um produto químico denominado revelador, que por meio da reação de óxido-redução conclui a transformação dos haletos de prata, contidos no filme fotográfico, em prata metálica - 1:30 minutos agitando a bacia de forma uniforme e calma. 2° Interrupção: interromper a revelação da fotografia. Caso isso não seja feito, o revelador continua agindo até escurecer a fotografia por completo, deve-se agitar a bacia por aproximadamente 30 segundos. Os interruptores geralmente são compostos de ácido acético glacial – vinagre concentrado – ou ácido cítrico.3° Fixação:são retirados da emulsão os cristais de prata que não se transformaram em prata metálica na primeira etapa. Isto é necessário porque caso fiquem vestígios dos haletos de prata sobre a fotografia tempo - 10 minutos. A base do fixador é o tiossulfato de sódio, pois ele tem a capacidade de reagir com os cristais de prata e torná-los solúveis em água.4 °Lavagem: são retirados todos os resíduos químicos presentes na fotografia, e permanece apenas a imagem de prata metálica tempo -  10 minutos.5° Secagem: As fotografias secam naturalmente, sem a utilização de tecidos ou papéis absorventes. Há também a utilização de estufas, mas a temperatura, neste caso, não pode ultrapassar os 40ºC. O laboratório deve ser um ambiente muito bem organizado, de forma que as partes úmidas fiquem separadas das partes secas, possibilitando ao fotógrafo mais comodidade ao trabalhar. 

     

    Fonte: Livro Ansel Admas

    Vivências nas aulas práticas

    ULBRA 2013/1 

    FERNANDO PIRES